------------------ Fatores de Risco Associados à Amputação em Casos de Pé Diabético: Uma Revisão de Literatura

Revisão de Literatura

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OBJETIVO: Avaliar os principais fatores de riscos para amputação em casos de pé diabético. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão bibliográfica acerca dos principais fatores de risco para amputação em casos de pé diabético. Foram utilizados artigos de 2015 a 2020, presentes nas bases de dados do SciELO e MEDLINE. Utilizou-se pé diabético, amputação e fatores de risco como descritores. Analisou-se 15 artigos onde apenas 10 foram selecionados de acordo com os critérios de inclusão, sendo estes o título dos mesmos e os seus resumos, excluindo aqueles em que a temática não possuía correlação com o tema proposto. RESULTADOS: O pé diabético é resultado da hiperglicemia sustentada, com ou sem a presença de doença arterial periférica (DAP) e que após um trauma apresenta ulcerações em membro inferior. Tal agravo é evitável através do diagnóstico precoce, do controle glicêmico e de medidas de prevenção; evitando-se consequentemente as amputações precedidas pelas ulcerações. Quanto às amputações, estas são evitáveis por meio do controle dos fatores de risco, sendo estes divididos em fatores pessoais e de atendimento. Quanto ao primeiro, os pacientes com 60 anos ou mais, do sexo masculino, com baixa escolaridade, fumantes, amputados previamente, hiperglicêmicos, que manifestam isquemia, úlceras ou infecções em membros inferiores, além de DAP e de outras comorbidades como hipertensão arterial sistêmica, doença arterial coronariana e nefropatia têm risco para amputação. Quanto ao segundo, a demora no diagnóstico do diabetes, a duração da doença, a falta de orientação sobre as mudanças higiênico-dietéticas, os cuidados com os pés e até a presença de gangrena à admissão são fatores de risco relacionados ao atendimento. CONCLUSÃO: Logo, infere-se que tal tema representa uma grande adversidade para o sistema público de saúde do País, uma vez que as amputações decorrentes do pé diabético ainda são recorrentes. Portanto, é necessário atuar nos fatores de risco modificáveis e controlá-los.

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