------------------ A RELEVÂNCIA DA BIOPSIA HEPÁTICA APÓS TRANSPLANTE DO ORGÃO: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Revisão de Literatura

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OBJETIVO: Avaliar a importância da BH com o intuito de prevenir complicações em pacientes pós transplantados. MÉTODOS: Revisão de literatura na base de dados MedLine com a frase de pesquisa: (biopsy) AND (transplatations) AND (hepatic) com suas respectivas variações de acordo com o MeSh, optando por publicações dos últimos dez anos. Foram selecionados quatro artigos, sendo o critério de inclusão estudos brasileiros.RESULTADOS: A reperfusão insuficiente do fígado influencia a função de muitos órgãos, incluindo o pulmão, rim, intestino, pâncreas, glândulas suprarrenais e miocárdio. Isso pode levar à síndrome da disfunção de múltiplos órgãos, frequentemente encontrada nesses pacientes. Outras complicações são esteatose, exsudato neutrofílico, infiltrado monomorfonuclear e necrose, diagnosticadas através da biopsia por meio de analises histológicas. Tais alterações estão correlacionadas à disfunção do enxerto, não-função primária e sobrevivência do paciente no primeiro ano após o transpante. A BH é feita de acordo com o protocolo pré-estabelecido podendo ser realizada em qualquer momento em que o paciente apresente manifestações clínicas e/ou alterações laboratoriais da função hepática. A avaliação histológica da biópsia no tempo zero permite identificar alterações pré - existentes no fígado do doador, as decorrentes da preservação do órgão e servindo como parâmetro para analise das biopsias subsequentes. CONCLUSÃO: A utilização da BH após o transplante do órgão revela-se como método efetivo e seguro de controle, reduzindo custos e otimizando o tratamento.

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